Peças

Sessões Abertas ao Público

“Não é um problema menor” 

GTO Montevideo (Montevideo, Uruguai)

31 de março, 18h30

Peça de Teatro Legislativo com técnicas de Teatro Jornal, sobre a criminalização da pobreza e a estigmatização da juventude, incluindo temáticas como a manipulação dos meios massivos de comunicação e o consumismo. Originada no marco da luta contra a proposta de baixar a idade de maioridade penal, votado no Uruguai em Outubro  de 2014, esta peça foi parte de uma militância desenvolvida desde o 2011 no marco da “Comisión Nacional No a la Baja”.

“O mar enrola na Areia”

Tartarugas Falantes/ NTO-Braga (Braga/Porto, Portugal)

31 de março, 21h30

Mar enrola na areia” é uma peça de teatro-fórum que nos apresenta recortes de várias formas como o machismo opera na nossa sociedade. O grupo começa por representar momentos em que o sexismo se mascara de “normalidade” para depois convidar a plateia a intervir em duas histórias.

Na primeira história aborda-se as redes as redes de solidariedade no caso da violência doméstica. Na segunda parte estamos perante uma situação de assédio sexual em espaço público e investigamos em conjunto como nos podemos posicionar neste caso. É uma criação conjunta do NTO-Braga/Krizo, da associação Tartaruga Falante e da Marcha Mundial das Mulheres, tendo contado com o apoio de Muriel Nassens e Pascal Guyot. Estreou em Novembro de 2014 no festival “Ensemble contre Les violences faites aux femmes”, em Paris.

“C’est pas rose”

Féminisme Enjeux (Paris, França)

2 de abril, 21h30

C’est pas Rose é uma peça da companhia Féminisme Enjeux, sediada em Paris. Trata-se de um teatro-fórum sobre mulheres e trabalho, com duas cenas sobre o trabalho nas caixas e nos serviços pessoais.

A peça resulta de uma criação coletiva, a partir de informações recolhidas junto de associações, coletivos e sindicatos envolvidas nesta temática.

Teatro-Fórum do coletivo KSK

KSK Arrentela (Setúbal, Portugal)

3 de abril, 21h30

Somos um grupo de Arrentela, que usa o Teatro Fórum/Teatro d@ Oprimid@ (T.O.) como ferramenta de intervenção social. O nosso objetivo é usar a arte para levar aos palcos e aos debates a voz da comunidade africana residente nos subúrbios dessa Europa capitalista e imperialista. Voz essa, que é sempre menosprezada pelos meios de comunicação social, e muitas vezes deturpada como forma de manipulação de informação, para continuar a perpetuar a estigmatização dos bairros pobres e criar uma imagem negativa, que serve de bode expiatório aos problemas socias da comunidade em geral. A nossa peça fala sobre a desvalorização da nossa história, e como ela é passada nas escolas portuguesas, criando desde cedo a percepção que o povo africano existe a partir do momento em que foi escravizado. O que cria a nível do subconsciente, nas nossas crianças, uma falta de autoestima e amor-próprio, criando assim uma corrente mental nas cabeças dos filhos de África residente na babilónia.

Teatro-Fórum resultados dos oficinas do Óprima 2015!

4 de abril, 21h30

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